27 de ago de 2011
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Sinopse do Skoob: Uma carta perturbadora chega via correio com uma simples declaração ao final: "Veja como conheço seus segredos - apenas pense em um número." Errará quem pensar que uma carta dessas chega a seu destino final apenas por obra do acaso. Para o detetive aposentado da polícia de homicídios da cidade de Nova York, Dave Gurney, que está formando uma nova vida ao lado de sua esposa Madeleine, as cartas começam a deixar de ser estranhas para se tornarem um complicado quebra-cabeça que levará a uma enorme investigação sobre assassinatos em série. Trazido para o caso como consultor, Gurney em pouco tempo percebe pistas que a polícia local deixou passar. Ainda assim, diante de um oponente que parece ter o dom da clarividência, Gurney vê seus esforços irem em vão, seu casamento rumando a um precipício e, finalmente, um medo incontrolável de que seu adversário não pode ser parado.


A princípio todas as pessoas que me viam com esse livro na mão pra cima e pra baixo me olhavam torto. À primeira vista esse título não conecta diretamente ao suspense policial carregado de enigmas.
Mark Mellery, recuperado de um passado aflito pelo poder da “consciência, paz e clareza”, agora um guru da autoajuda, recebe pelo correio uma carta provocadora que termina da seguinte forma: “Se alguém lhe dissesse para pensar em um número, sei em que número você pensaria. Não acredita? Vou provar. Pense em qualquer número de um a mil – no primeiro número que lhe vier à mente. Visualize-o. Agora veja como conheço seus segredos.”
Mellery pensa no número 658 e, ao abrir um envelope que acompanha a mensagem, descobre que o autor da carta previu corretamente o número que ele acabara de escolher de modo aleatório. Como isso seria possível?
Absolutamente desesperado com os bilhetes ameaçadores, poemas escritos à mão com tinta vermelha e métrica perfeita, que se seguem à carta, Mellery procura um velho colega de faculdade, detetive aposentado David Gurney, que recentemente havia se mudado com a inteligentíssima mulher, Madeleine, para uma fazenda no interior do estado.
Gurney tenta ao máximo se adaptar ao novo estilo de vida, gostar do campo; Madeleine é extremamente frustrada com esse aspecto, alegando que a mente de Gurney nunca deixou as atividades de detetive totalmente. E, agora, a atenção dele é fisgada pelo quebra-cabeça apresentado por Mark.
Como avisado em alguns bilhetes, as ameaças do vilão terminam em morte. As pistas sem sentido levam a crer que o assassino, além de ser ‘ler mentes’, cometeu um crime impossível, desaparecendo no meio do nada, deixando apenas pistas que ele QUERIA que a polícia (aos quais ele chama de imbecis) entendesse como: peguem-me se forem capazes.
Consumido pelo desafio de encontrar uma resposta lógica para o caso, Gurney aceita trabalhar como consultor na investigação, colocando em risco seu já debilitado casamento e até mesmo sua vida.
Achei o início um pouco maçante, mas um pouco mais pra frente não consegui mais parar de ler. Pra não contar spoiler, resumirei: depois de um tempo você fica mais ansioso pra descobrir o PORQUÊ do que COMO o assassino fez aquilo.
Mais mortes com as mesmas características acontecem e Gurney se vê enfrentando um serial killer. As provas estão por todos os lados, como montar esse quebra-cabeça?
Com a ajuda imprescindível de Madeleine, a mente brilhante de Gurney está sempre adiante de nós leitores, mas Verdon acaba por dar as deixas em detalhes bem interessantes na construção da narrativa.
Enquanto busca um padrão que possa ajudá-lo a deter o assassino, Gurney enfrenta seus próprios fantasmas, e descobre sentimentos reprimidos desde sabe-se lá quando.

"– Só há uma saída de um beco sem saída."

Acho que Verdon poderia ter explorado mais as ligações familiares do detetive, mas mesmo assim foi o suficiente pra se entender o nível de relacionamento entre elas. Acho que a participação de Kyle foi um tanto breve, e de Sonya, que dizer? Foi só pra enfatizar a fragilidade do casamento de David e Madeleine, só pode...
Fora isso, o livro é incrível, e , acho que todo mundo já sabe, adoro esse gênero, suspense, policial. John Verdon foi muuuuito aclamado pela crítica e é considerado uma revelação.

“De forma magistral, Verdon mantém seu protagonista sempre um passo à frente do leitor. E cria o tipo de mistério que faria Sherlock Holmes perder o sono.” - The New York Times

Recebi esse livro pela editora parceira Arqueiro e ele tem um aplicativo bem interessante no Facebook, vai lá brincar!
Nem sei quanto tempo eu e meus amigos passamos fazendo esse teste até começarmos a zombar de nós mesmos pra não perceber o quão simples é! Mas é tão legal!
Você também pode ler alguns capítulos do livro por esse trecho liberado pela editora AQUI
Achei a capa bem legal, a pegada atrás sugestiva, números ao redor, só fiquei com o pé “pra trás” (e vocês vão entender esse trocadilho se lerem o livro hahaha) com o título mesmo. Gostei bem mais dele em inglês: “Think of a Number”. O tamanho da letra é legal, o tamanho dos capítulos aumenta só um pouquinho gradualmente, enfim, foi ótimo de ler.
Comentem aí bem muito que sai promoção dele em breve! =)



John Verdon
Título Original: Think of a Number
Tradução: Ivanir Calado
Editora Arqueiro
Número de Páginas: 352

25 de ago de 2011
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Alguém aí já deve ter ouvido falar de termos como "ter uma queda por alguém", estar apaixonado, amor, essas coisas, sabe? *lixa* Se eu te pedisse pra me explicar o que é isso, você conseguiria?
Provavelmente tentaria, nos primeiros 40 segundos de argumentação, explicar racionalmente. Depois vai me dizer que é complicado, depende muito, não tem explicação, blá, blá... blá. Sim, eu já fiz essa pergunta várias vezes. Não foi muito invasivo, sério! Nada como "Ei, o que é amor pra você?!", ia ser estranho pra caramba... o que importa é que eu fiz a pergunta e as reações, em geral, são essas mesmo.
But... na década de 60 uma psicóloga americana teve a ideia de fazer uma pesquisa e entrevistar 500 pessoas sobre o básico tema "amor". Dorothy Tennov chamou de LIMERENCE o estado emocional e cognitivo involuntário em que uma pessoa sente um intenso desejo romântico por outra (o objeto limerente). É geralmente caracterizado por um desejo de reciprocidade de sentimentos, pensamentos intrusivos (ui!) e sensibilidade acentuada aos acontecimentos externos (desde que ligados ao objeto limerente, senão pode ter o efeito contrário, it means LESEIRA) que supostamente refletiriam a disposição ou interesse do objeto limerente ao indivíduo.
*pigarreando*... Alguma semelhança com algo que vocês conheçam? hahaha. E esse é um dos motivos pelos quais eu luto pela desbanalização do amor. Não diga "eu te amo *-*", diga "você é meu objeto limerente *-*"Tá, isso ficou estranho. Never mind.
Pede-se para não confundir limerência e paixão. Dizem por aí que essa última tem aspectos de imaturidade e extrapolação de informações insuficientes. kkkkkkk Esse post tá um barato. Isso pode ser difícil de entender pra quem nunca experimentou, portanto é muito rejeitado como "fantasia ridícula" ou "construção de ficção romântica". O ponto é que eu não acreditava - nem no rastro, nem cheiro nem nada - nessas coisas. E não, eu não tive a experiência, portanto não foi ela que mudou minha opinião; mas sim o fato de que esses sentimentos de euforia com proximidade de outro, desperdício de tempo pensando em fulano, prestar muito mais atenção que o normal a coisas aparentemente simples - mas só por que fulano faz, aquilo é a coisa mais wonderful in the world - são aspectos psicológicos e sociais. Até aquilo que normalmente te deixaria muito ofendido ou  com raiva é lavado por aquele perfume MA-RA-VI-LHO-SO que fulano usa.
Voltando ao limerence... diferentemente de apenas uma atração sexual, paixão ou mesmo o amor, não há necessidade de contato físico para que a pessoa experiencie tal sentimento. As principais características são, como já dito, pensamentos intrusivos, saudade aguda da reciprocidade, timidez, medo de rejeição einquietação na presença do objeto limerente.
Esses pensamentos intrusivos são persistentes e, muitas vezes, involuntários. O pensar constante em Fulano define todos os outros aspectos, por exemplo, se o último pensamento não tem conexão alguma com o anterior, é feita uma conexão imediatamente! Isso se chama FANTASIA (sem sentido perjorativo, só como imaginação de um processo de fatos, mesmo). Na limerence, ela é insatisfatória, porque o fantasiador quase sempre imagina a fantasia como algo pouco provável de acontecer, mas que é um desejo consciente ou não.
Fantasias mirabolantes demais normalmente são descartadas pelo fantasiador, pois às vezes ela é retrospectiva e ligada a eventos que realmente ocorreram, é uma reexperimentação daquilo, mentalmente, com pequenas modificações do fantasiador. (ora, quem nunca fez isso?) Ah, e tem os sonhos também, né, cara.
Limerence tem efeitos físicos como palpitação, tremor, palidez, rubor, dilatação da pupila, fraqueza, estranheza, timidez, confusão a nível comportamental (muuuito comum), perda de apetite, tontura e até síncope/desmaio! Esses efeitos físicos são basicamente gerados pelo medo da rejeição, em começar a tentar ler a linguagem corporal de Fulano, ver se ele tá dando moral ou se esquivando, imaginar se aquilo é uma oportunidade ou ameaça (olha, análise de SWOT por aqui :x), enfim, sinais corporais que confundem e interferem na realização com o objeto limerente.
Terminando, já que o post tá enorme e isso ainda dá muuuito pano pra manga: limerence, estar apaixonado ou amando, louco por alguém ou qualquer jeito que você chame isso, é um joguinho traiçoeiro da sua cabeça. O único detalhe é que esse jogo tem 2 players. Então é você arriscando devagar, e, quem sabe, Fulano arriscando de volta... risco vai, risco vem, you two guys could write a bad romance (6)
Boa sorte e escrevam amorosas-bestas-apaixonadas-e-lindas histórias de amor =D

P.S.: always to be continued...
fontes: Livro de filosofia que eu esqueci o nome, Wikipédia, molduras mentais e bagagem cognitiva 

23 de ago de 2011
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Todo mundo tem em sua consciência um erro cometido do qual se arrepende muito e julga imperdoável. Bom, pelo menos eu acho. O de Brioni Tallis aconteceu no início da adolescência e teve proporções catastróficas nas vidas de pessoas que ela amava: sua irmã Cecilia e Robbie Turner, filho de uma de suas empregadas. Resumindo em poucas palavras, esta é a idéia central de Desejo e Reparação (Atonement, 2007), adaptação do romance escrito por Ian McEwan.
Em seu segundo longa-metragem, o cineasta Joe Wright mostra que está amadurecendo o talento já demonstrado na estréia, Orgulho e Preconceito. Além de compor muito bem o mise-en-scène, com figurinos, cenários e câmeras nos locais certos, ele consegue extrair do elenco ótimas atuações, que já coloca seus atores na lista de possíveis indicados ao Oscar. Para o papel de Cecilia ele escollheu Keira Knightley, com quem já havia trabalhado no seu primeiro filme. Seu parceiro de cena é o escocês James McAvoy, que vem se confirmando como um dos astros em ascendência. Mas o papel mais importante é o de Brioni, interpretado em três momentos distintos por Saorsi Ronan, Romola Garai e Vanessa Redgrave.
As três atrizes separam não apenas momentos distintos da personagem, mas também da história. Quando a conhecemos, no quente verão de 1935, ela é nova, prepotente e mimada. Anda a passos rápidos, fazendo ângulos retos e gasta o tempo livre escrevendo peças ou livros. Ela tem uma paixão secreta por Robbie, rapaz mais velho, que por sua vez é apaixonado por Cecilia e correspondido, e da inocência da pequena vem o tal erro.
O tempo passa, a Segunda Guerra Mundial começa e o remorso de Brioni se torna uma ferida muito maior do que qualquer bomba. É neste perído que a dramaticidade cresce e Wright concebe uma das cenas mais bonitas que os cinemas exibira (na minha humilde opinião, Samuely, um SHOW de fotografia): Robbie e dois colegas soldados chegando à praia de Dunkirk e presenciando a calamidade provocada pela guerra. Para realizar a cena, foram utilizados mais de mil extras e outras 350 pessoas trabalharam nos bastidores. São intermináveis minutos sem corte, que, não vou mentir, me fizeram chorar. No terceiro ato, a premiada Vanessa Redgrave fecha a história com uma participação pequena, mas intensa.
Wright, apesar de ter trabalhado duas vezes em filmes de época, não se prende aos maneirismos no gênero e arrisca não só na narrativa, que apresenta visões diferentes para cenas específicas, mas também no uso da trilha sonora e edição de som, que trabalham juntos e fazem com que os barulhos do filme se encaixem na música e aumentem a tensão. Mas se você não se preocupa com estes detalhes técnicos e quer apenas curtir um bom filme, tudo bem também. Alguém tão preocupado com os detalhes não vai descuidar do elemento principal, a história. Mas vá avisado Desejo e Reparação não está na lista dos dramas de época, de guerra ou romances convencionais. Depois não venha botar a culpa em mim. Já tenho problemas demais na minha consciência.
Adaptado de Marcelo Forlani em Omelete. E concordo!
Assistam ao trailer:

Oscar 2008 (EUA)
Indicado a Melhor Filme
Indicado à Melhor Atriz Coadjuvante (Saoirse Ronan)
Indicado ao Melhor Roteiro Adaptado (escrito por Christopher Hampton e baseado no livro de Ian McEwan)
Indicado Melhor Fotografia (Seamus McGarvey)
Indicado Melhor Direção de Arte (Sarah Greenwood e Katie Spencer)
Indicado ao Melhor Figurino (Jacqueline Durran)
Vencedor da Melhor Trilha Sonora (Dario Marianelli)
Globo de Ouro 2008 (EUA)
Vencedor do prêmio de melhor filme dramático


21 de ago de 2011
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Hoje tô afim de falar de uma outra banda pela qual tenho muita simpatia: Keane. É uma banda inglesa, sure auheuahea,  de piano rock, da cidade de Battle, East Sussex. A banda é formada por Tim Rice-Oxley, compositor e pianista, Tom Chaplin, vocalista e Richard Hughes, bateria. Eles tinham um guitarrista, Dominic Scott, que deixou a banda em 2001.
O diferencial deles é mesmo esse pianinho! E a voz de Tom é muito, muito legal... não sei muito bem o que quer dizer cantar em falsete - sei lá, deve ser um timbre menor, mais agudo que sua voz normal, que dizem ser bem difícil de fazer - mas sei que esse cara faz isso sempre e ele é muito fucking bom nisso! 
Eles mesmos citaram muitas influências como The Beatles,The Ramones, U2, Depeche Mode, A-Ha, Oasis, R.E.M., The Smiths, Radiohead,Queen, Pet Shop Boys e Paul Simon. Bom... dessas influências aí, Oasis, R.E.M., U2, Radiohead e Queen eu ainda acho que se encaixam direitinho; o resto ou eu não conheço o bastante pra comentar, ou não parece mesmo kkkkkkkkk
Enfim... recomendo mesmo! O meu vício de cara foi "Spiralling" , não sei o que vão achar vosmecês...
Aí vem as mais conhecidas como "Somewhere Only We Know" e "Everybodys Changing" . Tem outras que eu gosto muuuito mesmo, mas sou muito fã das letras, que a maior parte é assinada por Tim (o pianista)... Ouçam "Is It Any Wonder" , "Crystall Ball" , "Perfect Symmetry" , Bedshaped, Bend and Break, Nothing In My Way, Better Than This, tá, parei! ^^


Os álbuns de estúdio deles são:



Hopes And Fears (2004)
 Desse, gosto de Somewhere Only We Know, Everybody is Changing e Bedshaped e Bend&Break

Under The Iron Sea (2006)
 Desse, gosto de Is it any Wonder, Nothing in My Way e Crystall Ball.

 
Perfect Symmetry (2008)
 Desse, adoro Spiralling! Better than this, Pretend That You're Alone, You haven't told me anything, well, basicamente é o álbum que mais gosto.
 
Night Train (2010)
 Desse, curto Lovers are Losing, Stop For a Minute e Love is The End.






That's all, folks! Enjoy :D



9 de ago de 2011

Paloma Faith Blomfield, ou simplesmente Paloma Faith, é uma cantora, compositora e atriz britânica (Já falei que amo o Reino Unido?). Quando criança, criada apenas pela mãe inglesa, que se separou do pai espanhol quando Faith tinha 2 anos, tinha aulas de ballet semanais. Fez licenciatura em dança contemporânea e disse que foi "A pior experiência da [sua] vida" kkkkkkkkkkkkk. Ela foi assistente de vendas, cantora de cabaret burlesco, assistente de mágico, blablabla.
No tempo da faculdade, Paloma trabalhava num pub, lá, o gerente a chamou pra cantar na banda dele, que depois chamariam 'Paloma and The Prenetrators'. Durante uma apresentação, um representante da Epic Records convidou Paloma a cantar para o gerente da gravadora. Vinte minutos antes da audição, ela pediu ao gerente desligar o celular; o carinha recusou e ela simplesmente foi embora.
Nove meses depois o gerente ofereceu a ela um contrato pra trabalhar na banda de Amy Winehouse, ao qual ela recusou e começou a escrever e cantar suas próprias canções.
Em 2009, Paloma lançou seu primeiro single: "Stone Cold Sober"... bem estilo: eu sou foda, mas falo isso lindo, cuz i'm a lady kkkkkkk.
O segundo single foi "New York", e eu não vou ficar falando os nomes assim do nada, por que simplesmente  o álbum Do You Want The Truth Or Something Beautiful? (baixem clicando aí << *-*) é muito legal...
Praticamente todas as músicas você termina de ouvir querendo repetir a dose... Sem falar que o nome do álbum já é de intimidar, né?
Se vocês ouviram os dois primeiros singles que eu citei, perceberam que a moça é branca, mas tem voz de diva do black, blues e jazz, podem até dizer: OUTRA Amy Winehouse? Estão enganados... é bem verdade que Paloma segue alguns passos de uma das vozes femininas mais marcantes das últimas décadas, que é da Amy, mas com certeza Faith tem um estilo próprio e outro jeito de interpretar vários estilos sem radicalismo e deixando os instrumentistas da sua banda bem livres...
É isso... a nova aposta do pop britânico ganhando cada vez mais espaço, e até quem não gosta de pop aprova a interpretação dessa linda! ^^
E pra terminar... I think I like living upside down...
Do You Want the Truth or Something Beautiful?


6 de ago de 2011
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Sinopse
Os meios-sangues passaram o ano inteiro preparando-se para a batalha contra os Titãs, e sabem que as chances de vitória são pequenas. O exército de Cronos está mais poderoso que nunca, e cada novo deus ou semideus que se une à causa confere mais força ao vingativo titã.
Enquanto os Olimpianos se ocupam de conter a fúria do monstro Tifão, Cronos avança em direção à cidade de Nova York, onde o Monte Olimpo está precariamente vigiado. Agora, apenas Percy Jackson e seu exército de heróis podem deter o Senhor do Tempo.
Nesse quinto e último livro da série, o combate se acirra e o mundo que conhecemos está prestes a ser destruído. O destino da civilização está nas mãos do semideus anunciado na antiga profecia, e Percy está perto de completar dezesseis anos – a dúvida é: o herói será ou não capaz de tomar a decisão correta?




O último livro da série Percy Jackson e os Olimpianos é incrivelmente bom!
A narrativa realmente veio numa crescente dos primeiros livros da série até este. Personagens tem suas histórias, como sempre, bem tramadas e coerentes tanto com a mitologia quanto à construção do fim da história em si.
Nesse ano todo o Acampamento Meio Sangue (os que não se desviaram dele, pelo menos) se preparam para a grande guerra contra os Titãs. Cronos está cada vez mais poderoso e Percy e todos os seus amigos tem de dar um jeito de proteger o Olimpo enquanto os deuses estão ocupados atrasando o monstro Tífon (Tifão) que ETA seguindo o caminho para NY.
Percy está prestes a fazer 16 anos e a Grande Profecia está para se realizar. Será que a decisão certa será tomada? Só lendo, se não seria spoiler!
Muitas revelações sobre a vida de alguns semideuses acontecem nesse quinto livro e fazem a gente entender um pouco mais das razões para algumas atitudes.
Pra falar no geral, gostei muito de ter conhecido essa série, é muito, mas muito gostosa de ler e você se envolve de uma maneira diferente com os sentimentos dos personagens, tomando partido algumas horas e se divertindo bastante. A série terminou por me provar que não precisa ser comparada a nenhuma outra de ficção (como costumam fazer com Harry Potter), pois tem sua própria força nesse cenário e é tão bom no que se propõe que nos ensina mitologia mais facilmente que na escola.
É uma boa pedida pra crianças, jovens e também adultos, por que não? Como eu já disse na resenha de O Ladrão de Raios, literatura não tem idade, e está aí pra fazer bem.

Detalhes não muito significantes:
Lançamento: 2010-08-10
Páginas: 384
Formato: 14 x 21
Peso: 462 g
Acabamento: Brochura

P.S.: essa série, como também HP e Crepúsculo, tem um livro bônus chamado “Os arquivos do semideus”, aguardem resenha em breve! =)

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Achei esse quiz no http://seismilenios.blogspot.com/ da Ana Carolina Nonato e o resultado foi...
Eu sou... Elizabeth Bennet!


You are Elizabeth Bennet of Pride & Prejudice! You are intelligent, witty, and tremendously attractive. You have a good head on your shoulders, and oftentimes find yourself the lone beacon of reason in a sea of ridiculousness. You take great pleasure in many things. You are proficient in nearly all of them, though you will never own it. Lest you seem too perfect, you have a tendency toward prejudgement that serves you very ill indeed.

(Você é Elizabeth Bennet de Orgulho e Preconceito! Você é inteligente, espirituosa e tremendamente atraente. Você tem uma boa cabeça em seus ombros, e muitas vezes encontra-se o farol da razão solitária em um mar de ridículo. Você toma um grande prazer em muitas coisas. Você é proficiente em quase todas elas. Para que você não pareça muito perfeita, você tem uma tendência ao preconceito que lhe serve muito mal.)

Amo esse livro e o filme com Keira Knightley também. Simplesmente lindos. Aí embaixo tem o link pra fazer o quiz. E então, que heoína de Jane Austen você é?


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