27 de jan de 2011
4 revelations
SIM, EU GOSTO DE LADY GAGA.
Na quinta feira 27 de janeiro de 2011, @ladygaga divulgou a tão esperada e escrita por ela mesma “Born this Way” pelo twitter.
Ainda será lançada em fevereiro, mas todos os Little Monsters já estavam loucos desde que a Mother Monster ela falou a primeira vez em “nova música” \o/
Então lá vai a letra que fala sobre tolerância, autoaceitação e amor por si próprio e pelos outros, apesar de todas as diferenças aí:
BORN THIS WAY
WRITTEN BY: LADY GAGA
PRODUCED BY: LADY GAGA, FERNANDO GARIBAY, DJ WHITE SHADOW
MIXED AND ENGINEERED BY: DAVID RUSSEL
INTRO:
It doesn't matter if you love him, or capital H-I-M
Just put your paws up
'cause you were Born This Way, Baby
VERSE:
MY MAMA TOLD ME WHEN I WAS YOUNG
WE ARE ALL BORN SUPERSTARS
SHE ROLLED MY HAIR AND PUT MY LIPSTICK ON
IN THE GLASS OF HER BOUDOIR
"THERE'S NOTHIN WRONG WITH LOVIN WHO YOU ARE"
SHE SAID, "'CAUSE HE MADE YOU PERFECT, BABE"
"SO HOLD YOUR HEAD UP GIRL AND YOU'LL GO FAR,
LISTEN TO ME WHEN I SAY"
CHORUS:
I'M BEAUTIFUL IN MY WAY
'CAUSE GOD MAKES NO MISTAKES
I'M ON THE RIGHT TRACK BABY
I WAS BORN THIS WAY
DON'T HIDE YOURSELF IN REGRET
JUST LOVE YOURSELF AND YOU'RE SET
I'M ON THE RIGHT TRACK BABY
I WAS BORN THIS WAY
POST-CHORUS:
OOO THERE AIN'T NO OTHER WAY
BABY I WAS BORN THIS WAY
BABY I WAS BORN THIS WAY
OOO THERE AIN'T NO OTHER WAY
BABY I WAS BORN-
I'M ON THE RIGHT TRACK BABY
I WAS BORN THIS WAY
DON'T BE A DRAG -JUST BE A QUEEN
DON'T BE A DRAG -JUST BE A QUEEN
DON'T BE A DRAG -JUST BE A QUEEN
DON'T BE!
VERSE:
GIVE YOURSELF PRUDENCE
AND LOVE YOUR FRIENDS
SUBWAY KID, REJOICE YOUR TRUTH
IN THE RELIGION OF THE INSECURE
I MUST BE MYSELF, RESPECT MY YOUTH
A DIFFERENT LOVER IS NOT A SIN
BELIEVE CAPITAL H-I-M (HEY HEY HEY)
I LOVE MY LIFE I LOVE THIS RECORD AND
MI AMORE VOLE FE YAH (LOVE NEEDS FAITH)
REPEAT CHORUS + POST-CHORUS
BRIDGE:
DON'T BE A DRAG, JUST BE A QUEEN
WHETHER YOU'RE BROKE OR EVERGREEN
YOU'RE BLACK, WHITE, BEIGE, CHOLA DESCENT
YOU'RE LEBANESE, YOU'RE ORIENT
WHETHER LIFE'S DISABILITIES
LEFT YOU OUTCAST, BULLIED, OR TEASED
REJOICE AND LOVE YOURSELF TODAY
'CAUSE BABY YOU WERE BORN THIS WAY
NO MATTER GAY, STRAIGHT, OR BI,
LESBIAN, TRANSGENDERED LIFE
I'M ON THE RIGHT TRACK BABY
I WAS BORN TO SURVIVE
NO MATTER BLACK, WHITE OR BEIGE
CHOLA OR ORIENT MADE
I'M ON THE RIGHT TRACK BABY
I WAS BORN TO BE BRAVE
REPEAT CHORUS
OUTRO/REFRAIN:
I WAS BORN THIS WAY HEY!
I WAS BORN THIS WAY HEY!
I'M ON THE RIGHT TRACK BABY
I WAS BORN THIS WAY HEY!
I WAS BORN THIS WAY HEY!
I WAS BORN THIS WAY HEY!
I'M ON THE RIGHT TRACK BABY
I WAS BORN THIS WAY HEY!
E apesar de você “ter nascido desse jeito”, nunca esqueça: a mudança é a única constante nessa vida. Se aceite, mas aceite a adaptação, também… a gente vive à procura do equilíbrio!
Good night, little monsters!

22 de jan de 2011
2 revelations
Desde o início de sua carreira, há mais de uma década, a cantora Pink tem se caracterizado pelas polêmicas que suas canções e vídeos costumam criar.
Fucking Perfect, seu novo clipe, que já está circulando na net, não só segue a tendência como vai além, pois toca em uma questão delicada, a do suicídio entre adolescentes. A introdução de uma cena de tentativa de suicídio nesse novo trabalho de Pink já é alvo de muitas críticas na internet. Muitos internautas se incomodaram com as imagens de uma jovem que tenta pôr fim à própria vida dentro de uma banheira no videoclipe. A cantora se pronunciou, também por meio da rede, a respeito da polêmica provocada.
Pink afirmou que não tem a intenção de estimular o suicídio:. "Eu não incentivo o suicídio ou a automutilação. Eu dou força para as crianças lá fora, que se sentem tão desesperadas e impotentes, invisíveis e sem voz, que acabam vendo isso como solução. Eu quero que elas saibam que eu estou ciente. Eu já passei por isso.".
A artista ainda completou: "Nós podemos optar por ignorar o problema e, portanto, ignorar este vídeo, mas isso não vai fazer o problema ir embora".
O vídeo aborda drama familiar, suicídio e a eterna cobrança para atingir a perfeição. “Quero que a arte faça pensar. Para fazer isso, às vezes você precisa deixar as pessoas irritadas ou desconfortáveis. É isso que promove discussões e mudanças positivas e essa é a minha intenção. Você não move montanhas soprando-as.”
A canção Fucking Perfect é uma das duas inéditas incluídas na coletânea Greatest Hits...So Far!, lançada pela cantora em novembro e a primeira a reunir seus grandes sucessos. Eu, pessoalmente, achei o clipe lindo...
Vocês podem ver a letra da música AQUI e o clipe aí embaixo. Comentem Alegre

18 de jan de 2011
3 revelations
Férias, sem viajar, mofando em casa, vamos fazer o que? Ver filmes, séries, ler um pouquinho e ver mais filmes!

Quero falar de um que vi esse fim de semana e que me chamou muito a atenção.
Aí vai um ‘review’:


Uma velha bruxa chamada Gothel é a única a ver uma gota de pura luz do sol atingir o solo, criando uma flor mágica, com a capacidade de curar os doentes e feridos, e ela a utiliza para manter-se jovem quando canta para a Flor. Anos mais tarde, a rainha de um reino próximo adoece enquanto esperava um filho. Seus guardas, em busca de uma cura, encontram a flor misteriosa. Eles fazem uma porção com a flor, que cura a rainha e ela dá à luz uma menina chamada Rapunzel . 
Gothel descobre que cabelo dourado de Rapunzel mantém a habilidade de cura da flor, desde que não seja cortado, por isso ela sequestra a criança e a isola em uma torre, e a cria como sua própria filha. No entanto, todos os anos no aniversário da Rapunzel, o reino envia milhares de lanternas voadoras no céu na esperança de que um dia a princesa perdida retorne.


Dezoito anos mais tarde, Rapunzel vive na torre com seu camaleão de estimação, Pascal. Rapunzel pede Gothel para deixá-la ver as luzes flutuantes em seu aniversário, mas Gothel nega seu pedido, dizendo que o mundo está cheio de pessoas que cobiçam suas habilidades em beneficio próprio. Enquanto isso, os ladrões liderados por Flynn Rider, roubam a coroa da princesa ausente do castelo. Flynn abandona seus cúmplices e se depara com torre de Rapunzel, escolhendo-a como um esconderijo…

Parando a parte tia Tia Wiki da história, essa nova versão da Rapunzel da Disney (com o nome Tangled/Enrolados, que eu creio ser uma estratégia simplória e eficaz de chamar a atenção de todos os gêneros e faixas etárias, já que se fosse apenas “Rapunzel” só ia dar menininhas, suas mães e babás no cinema) apresenta um jeito bem diferente de encarar as historinhas de princesas da Disney.


Talvez seja mesmo por essa lógica de atrair a atenção dos garotos que a história – além de menos voltada à Rapunzel, mas sim à dupla Rapunzel e Flynn (Eugene), com muita aventura – tira um pouco do romantismo com relação à delicadeza das princesas… Muito longe disso! Com a ajuda de uma frigideira e, é claro, de seus vinte e um metros de madeixas loiras brilhantes, Rapunzel é quem muuuuuitas vezes salva Flynn das roubadas. Pascal (um camaleãozinho lindo!) e Maximus (cavalo real) são um show à parte! kkkkkkkk Muito bom!


O miolo do filme é tudo isso: aventura, traição, mentiras, correria, a descoberta do amor e, é claro, as canções dos filmes da Disney. Não atrapalha muito… na verdade, achei até pouco com relação a outros filmes. OBS.: pra quem assistir na versão legendada acho que vale mais a pena kkkkkkkkk Por que quem dublou Flynn no Brasil foi Luciano Huck =S
É isso aí, xôu… recomendo muito!

Pra quem é aqui de Campina, no Multiplex 5:

Enrolados (Dublado)

Censura: Livre
Gênero: Animação
Duração: 92 minutos
Direção: Nathan Greno, Byron Howard
Campina 01: 14:20 - 16:20 - 18:20 - 20:20

10 de jan de 2011
2 revelations
E depois de um “booom” tempo sem falar de música... retorno com a promessa de não vos desapontar, caríssimos (ou assim pretendo).

Recentemente, e por acaso, me foi apresentado (por Antonio Augusto, diga-se de passagem, pra eu não correr risco de morte) um talentoso e criativo trio alemão: Sam, Digger e Basti são os The Baseballs.

Os caras que descobriram muitas semelhanças assim que se conheceram em Berlim, adoram rockabilly e colocam músicas que todo mundo conhece, grandes sucessos e, quase sempre, os diferentes arranjos retrôs caem perfeitamente bem – atrevo-me a dizer que até melhores que as versões originais, como nos casos de Love in this Club (do Usher) e da música totalmente sem graça da Leona Lewis com Keep Bleeding (muda totalmente com os Baseballs, adorei!). Aliás, se eu for falar em comparação: versão original versus versão fifties dos Baseballs, os anos cinquenta ganham fácil!

Você adora de primeira as versões rockabillyzadas de Rihanna, com Umbrella, e Hot n’ Cold de Katy Perry (as que renderam o sucesso do trio na Europa). Lady GaGa também ganha versão 50’s com Poker Face.

Até Snow Patrol os caras fizeram cover! Foi com Chasing Cars (muuuuuuuito melhor com os Baseballs, não me matem).

Além de dançarem muito fofo nos shows e fazerem as músicas ficarem mais agradáveis no melhor estilo Elvis Presley, ainda tem aqueles topetes, jaquetas de couro e costeletas #elvisfeelings... É isso, meu povo, os alemães manda super bem! Recomendo!
Thanks, Antonio Smiley piscando


The Baseballs – Hot N’ Cold Official Video
Strike! Back, album:
1. Umbrella (Rihanna Cover)
2. Love In This Club (Usher Cover)
3. Hey There Delilah (Plain White T's Cover)
4. Bleeding Love (Leona Lewis Cover)
5. Hot N' Cold (Katy Perry Cover)
6. I Don't Feel Like Dancin' (Scissor Sisters Cover)
7. Don't Cha (Pussy Cat Dolls Cover)
8. Let's Get Loud (Jennifer Lopez Cover)
9. Angels (Robbie Williams Cover)
10. Crazy In Love (Beyoncé Cover)
11. This Love (Maroon 5 Cover)
12. The Look (Roxette Cover)
13. No One (Alicia Keys Cover)
14. Chasing Cars (Snow Patrol Cover)
15. Monday Morning (Melanie Fiona Cover)
16. Poker Face (Lady GaGa Cover)
17. Jungle Drum (Emiliana Torríni Cover)

3 de jan de 2011
2 revelations
Depois de ‘Comer, Rezar, Amar’ comecei ‘1822’ de Laurentino Gomes, mesmo autor de 1808 (que eu pretendia ler antes de 1822 por motivos óbvios, mas que minha vastíssima cidade em termos literários –n não dispunha antes daquele volume).

Posso dizer que depois de 1822 só fiquei com mais vontade ainda de ler 1808, absolutamente o melhor livro de História que já li. “Um livro que se lê com um sorriso nos lábios” Mary Del Priore.

1822 – Como um homem sábio, uma princesa triste e um escocês louco por dinheiro ajudaram D. Pedro a criar o Brasil – um país que tinha tudo para dar errado.


Resultado de três anos de pesquisas e composta por 22 capítulos intercalados por ilustrações de fatos e personagens da época, a obra  cobre um período de quatorze anos, entre 1821, data do retorno da corte portuguesa de D. João VI a Lisboa, e 1834, ano da morte do imperador Pedro I. “Este livro procura explicar como o Brasil conseguiu manter a integridade do seu território e se firmar como nação independente em 1822”, explica o autor. “A Independência resultou de uma notável combinação de sorte, acaso, improvisação, e também de sabedoria de algumas lideranças incumbidas de conduzir os destinos do país naquele momento de grandes sonhos e perigos”.

Com linguagem acessível e minúcias sobre a vida dos personagens, o livro é decorrência natural de sua primeira obra, 1808, e trata justamente da conseqüência da vinda da corte portuguesa: a independência do Brasil. O grande protagonista, logicamente, é D. Pedro (I no Brasil, IV em Portugal). Longe do tratamento excessivamente idealizado dos nossos livros didáticos, nem também totalmente caricaturado ou debochado como naquela minissérie da Globo ‘O Quinto dos Infernos’, 1822 traz a humanização dos personagens na medida exata. Claro que o autor não deixa de fora os episódios constrangedores, mas ainda assim humanos, que fizeram parte da História e ou é cortado da História “oficial” ou é tratado de maneira totalmente jocosa afim de apenas provocar o riso pelos manipulativos meios de comunicação. Exemplo disso foi a desinteria de D. Pedro a caminho do Grito do Ipiranga (que não foi nem de longe aquela pintura magnífica de Pedro Américo).

Para o livro 1822 autor leu e consultou cerca de 170 livros e outras obras de referências sobre o tema no Brasil e em Portugal. Também percorreu diversos locais dos acontecimentos ligados à Independência do Brasil e à vida de D. Pedro I nesses dois países.
Entre outros lugares, refez o caminho percorrido por D. Pedro do Rio de Janeiro a São Paulo na véspera do Grito do Ipiranga, em 1822. Também esteve no Piauí, local da Batalha do Jenipapo, travada no dia 13 de março de 1823 e na qual morreram cerca de 400 brasileiros lutando contra uma bem armada e treinada tropa portuguesa. Está aí um grande ponto positivo da obra: a desmitificação de que a independência do Brasil foi pacífica. Laurentino descreve a guerra que se seguiu ao grito do Ipiranga, o cerco na Bahia, a guerra em Pernambuco, a invasão do Maranhão pelo Lord Cochrane, o louco por dinheiro, e a batalha de Jenipapo. Quantos brasileiros morreram pela causa de manter o país unido? Pensar que a Independência foi pacífica é enganação.
Outro ponto muito positivo de “1822” é a descrição da Guerra Civil portuguesa durante a de 1832 a 1834 entre os irmãos, D. Pedro e D. Miguel; e em Portugal, o autor visitou o Arquipélago dos Açores e as linhas de trincheiras do Cerco do Porto, onde ocorreu a guerra. “O trabalho de campo é o que diferencia um livro reportagem como este. A técnica jornalística permite observar esses locais e constatar que, apesar da grande distância no tempo, eles contêm ainda hoje informações relevantes”, destaca o autor.
Nem precisa falar de como foi gostoso de ler! Uma narrativa sensível desde a descrição das profundas transformações no mundo inteiro, com as Revoluções Francesa, Industrial e a Independência dos EUA, até os conflitos com a metrópole lusitana, a linguagem não era cansativa. Só achei estranho a bibliografia depois de cada capítulo, tirou um pouco o aspecto de ‘história’, se é que vocês me entendem, mas nada que atrapalhasse, não.
“O jornalista tem que ser muito didático, a linguagem tem de ser acessível, mas a pesquisa tem que ser muito aprofundada (...) eu acho que ninguém precisa sofrer pra estudar História no Brasil” Laurentino Gomes.
Enfim, o livro recebe um ÓTIMO (aí embaixo tem muito bom, mas é só pra enfatizar, brinks, eu que errei mesmo kkkkkk), 5 'estrelinhas', que não é lá grande coisa em se tratando de uma leitora como eu, mas amei! kkkkkkk Será que vem um “1889” por aí? Vamos esperar a República pelo olhar jornalístico da Laurentino Gomes? Tomara. É isso aí, umas 320 poucas páginas de pura História brasileira, como você nunca leu antes. #recomendo.


Curiosidades mencionadas na obra 1822
  • Os preparativos e os projetos conflitantes para a Independência;
  • A ação da Maçonaria no país;
  • A pressão enfrentada por D. Pedro durante o primeiro reinado, suas inúmeras amantes e filhos, boêmio e sujeito pitoresco;
  • Características dos personagens (D. Pedro, Maria Leopoldina Josefa Carolina de Habsburgo, José Bonifácio, a Marquesa de Santos, o herói maldito Lord Cochrane, saqueador de cidades e louco por dinheiro);
  • O país que tinha tudo para dar errado, mas deu certo (se comparado a determinadas condições de outros países);
  • As origens da corrupção, do Estado ineficiente, os ladrões que estavam no poder,
  • A Bahia é o Estado brasileiro que mais comemora a Independência do Brasil;
  • Como os brasileiros de hoje encaram o seu passado.

Sobre o autor
Laurentino (que nome lindo kkkkkkkkkk ^^) que quando criança levava o almoço para o pai na roça nos arredores de Maringá, norte do Paraná, se sentava à sombra de um pé de café e, entre uma garfada e outra do pai, ouvia o que lhe falava sobre os romanos e a Igreja Católica. O menino, de os olhos atentos e imaginação fluindo, ficava fascinado com tudo o que ouvia. Eram seus primeiros contatos com a História e ele não fazia a mais remota ideia de que fosse trabalhar justamente com o tema. Antes de ser mecânico, vendedor e metalúrgico e dar início à carreira de jornalista, seguiu a tradição da família mineira de, como filho mais velho, ser padre. Logo viu que não tinha vocação, voltando pra casa em 1969, três anos depois de sua partida.
“Trabalhei no Estado do Paraná, aí entrei na sucursal de Curitiba do Estado de São Paulo. Em 1984, entrei na editora Abril, fui trabalhar na Veja. Ali fiz um tour pelo Brasil, saí de Curitiba, fui trabalhar em Belém, cobrindo toda a região amazônica. Eu era um repórter cobrindo 57% do território brasileiro (risos) (...) E finalmente cheguei a São Paulo, que é a cidade onde morei durante 20 anos. Tive quatro filhos, e eles foram nascendo país afora: dois em Curitiba, um em Belém e um em São Paulo. Em 1988 fui para o Estadão, trabalhei no Estadão e no Jornal da Tarde, como editor de política e geral. Em 1990 voltei para a Abril, para fazer as Vejinhas regionais, fiquei até 2001. Aí fui dirigir revista feminina, Cláudia, Elle, Nova, Manequim, Capricho, depois revistas populares, revistas masculinas, decoração e arquitetura. Fiz pós-graduação em administração na USP, para aprender a administrar empresa de comunicação.”
  Autor de 1808 sobre a fuga da família real portuguesa para o Brasil, ganhou o prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, em duas categorias: Melhor Livro-reportagem do ano e Livro do Ano de Não Ficção. Também eleita o Melhor Ensaio de 2008 pela Academia Brasileira de Letras, a obra permaneceu 3 anos consecutivos na lista dos livros mais vendidos de Portugal e do Brasil.

2sleep