30 de dez de 2011
Autores: Federico Devito; Gutti Mendonça
ISBN: 9788563219664
Selo: Novo Conceito Jovem
2011, 1ª edição, 368 páginas, 16x23
Área Principal: Não-ficção; Romance
Compare e compre: BUSCAPÉ



”Tem um ditado que diz que o amor é cego. É justamente o contrário.
Quando você ama de verdade, é capaz de ver coisas que ninguém consegue. Falam que você não consegue enxergar os defeitos, pura mentira também! Você vê, estão todos lá. Mas vê também algo que só você pode, como lidar com eles e contorná-los. Então, o amor não é cego, ele é a maior lente de aumento que já inventaram.”
Como acontece esta coisa chamada amor? Nasce junto com a gente, mas não depende só de nós. A gente sofre e faz sofrer, ama e é amado. E com isso aprende muita coisa. Lições que trazem consequências, problemas e soluções. O preço desse aprendizado transforma o garoto em um homem. Esta narrativa, cheia de incidentes, mostra que – ao contrário do que dizem algumas garotas – os meninos são, sim, capazes de amar.
Quais as transformações que o amor pode provocar na gente? O que ele ensina? Qual o seu preço? Acompanhe a jornada de um jovem, transformado pelo amor, à procura dessas respostas.



A primeira informação que tenho pra dar pra introduzir minha opinião é que um dos autores deste livro é o ex-colírio da Capricho Federico Devito. Tudo bem, não deveria julgar a qualidade da obra apenas por que o carinha é idolatrado por pré-adolescentes, certo? Errado. Tenho certeza que todas as pessoas que esperam de um livro uma leitura de onde se tire um aprendizado, ora que ironia, uma ‘lição’, olham pra esse livro de soslaio e, provavelmente, despriorizam esta leitura. Me esforcei ao máximo para ler ‘O preço de uma lição’ sem deixar que o viés do meu ‘preconceito’ pelos autores atingisse o que eu viesse a pensar do trabalho literário dos dois. E foi o que fiz. Comecei a leitura sem grandes expectativas, afinal ninguém acerta de primeira em tudo e Federico e Gutti são jovens e tem uma maneira de escrever que, invariavelmente, agradará bastante a quem gosta de romance adolescente, com personagens de atitudes adolescentes (um pouco imaturas, de um modo geral).
O livro é narrado por um personagem sem nome (o único sem nome da história toda, o que eu achei estranho por que os nomes dos outros se repetiam muito e às vezes você se perde tentando lembrar quem é quem). De início “Ele” conta como se formou o quarteto 21 (seu grupo de amigos onde todos nasceram no dia 21 de algum mês); nessa primeira parte do livro, os outros 3 do quarteto não tem uma participação muito grande, inclusive vão morar no exterior quando acabam o ensino médio (oi?, pois é).
Depois de uma excessiva parte que foca nos desastres amorosos da vida d“Ele” (que é um dos momentos onde você é bombardeado de nomes que quase não vai conseguir lembrar depois e alguns personagens realmente dispensáveis), “Ele” conta como conheceu Juliana, uma garota de 15 anos por quem ele se apaixonou à primeira vista. Acreditando que, além de ser 5 anos mais velho que a menina, o fato de ela morar em outra cidade não ia ser um grande empecilho, os dois começam a namorar.
Ok, esta é a hora que eu tento entender como isso pode acontecer. Fato número 1: normalmente um homem de 20 anos de idade só quer uma menina de 15 anos pra se aproveitar, etc, não vou me alongar no assunto (e isso não é ideologia feminista, é um fato, pode admitir aí). Fato 2: qual pai ou mãe deixaria de boa vontade sua filha namorar um cara 5 anos mais velho considerando o fato 1? Se ela tivesse seus 20 e ele 25 era outra coisa, certo?
Parando com esses devaneios sobre o quão certo ou não foi a relação deles, vamos discutir mais alguns fatos: em nenhum momento das 368 páginas de “O preço de uma lição” os autores fizeram a menor, mais rasa, mais superficial, mais efêmera menção a uma relação mais profunda que beijinhos e abraços carinhosos. Quero dizer, que tipo de casal namora há 2 anos e não dá uns amassos mais... quentes? Não quero dizer que eles seriam obrigados a mencionar sexo o tempo inteiro depois que completaram 2 anos e tal, mas não sejamos hipócritas. O tempo inteiro “Ele” tem atitudes melosas, imaturas e de cobranças sem fundamento em relação a Juliana e isso acaba corroendo o namoro.
Daí pra frente, o livro é resumido em prantos, lamúria e sofrimento. E você tem que aguentar ele dizendo que não vive sem ela, etc, etc e tal. Juliana é uma indecisa desde o começo do livro, mas nessa parte se torna a mais resoluta quanto à questão de não voltar com “Ele”. Acontecem umas reviravoltas interessantes e gostei da parte que “Ele” trabalhava em Curitiba liderando um time de pessoas mais velhas e levando isso com competência.
No final do livro, eis que aparece o quarteto completo novamente a fim de encorajar “Ele” a ir atrás de Juliana de novo, que está morando em Curitiba também. Ele resolve escrever um livro e o último capítulo fica sem final... Senti falta de um epílogo porque, sinceramente, não acho viável que esse livro tenha continuação. Depois que dissessem como acabam as coisas, o que aconteceria? Não, não consigo imaginar.
Mas, no geral, a narrativa foi leve e simples, bastante rápida e fluida, dá pra ler rapidinho. Como não estava esperando muito, acabei por me surpreender com a habilidade que tiveram com relação a isso. Mas muita coisa poderia ter sido cortada do livro ainda, que pelo que eu soube, era bem maior! Pelo que vi pela web, a história é não-ficção baseada na vida de Gutti; acredito que Paulinho, um dos personagens do quarteto, seja Federico, mas não posso afirmar com certeza. Bom, se foi, Gutti, cara, tu tomou muita decisão ruim, né? Haha, só resta saber se deu tudo certo. Enfim...
Recomendo pra você que gosta do gênero e desse tipo de melosidade romântica. E dou 3 estrelas, que no fim, acaba sendo bom.

Federico Devito começou a escrever para o público jovem em um blog, que se tornou um sucesso e chegou a receber 2 milhões de visualizações por mês. Foi esse movimento todo que o fez perceber que gostava de escrever muito mais do que imaginava. Apaixonado por poesia, contos e pessoas - mesmo quando as decepções aparecem - dedicou-se a escrever sobre sentimentos e relacionamentos que mexem com todos os adolescentes. O Preço de Uma Lição é o primeiro resultado dessa disposição e, com certeza, não será o único.

Gutti Mendonça é de São Paulo, mas vive em Curitiba onde mantém uma empresa de Web com seu sócio. Desde adolescente, escrevia conteúdo de alguns sites, em que tomou gosto pela escrita. Após alguns namoros, um deles finalmente teve um peso e significado maior, levando-o a aventurar seus textos em um outro estilo. Começou assim a abordar temas como amor e relacionamentos. Sentindo-se à vontade de escrever sobre tais assuntos como nenhum outro, surgiu a ideia de registrar, junto com Federico Devito, as situações em que o amor acontece.


26 de dez de 2011

Título Original: Jessica's Guide to Dating on The Dark Side
Tradução: Alves Calado
Páginas: 304
Formato: 16 x 23 cm
Peso: 380 g
Acabamento: Brochura
Lançamento: 24/11/2010
ISBN: 9788599296905
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Jessica Packwood levava uma vida tranquila no interior da Pensilvânia e esperava ansiosamente pelo início do último ano escolar. Mas aí um novo aluno esquisitão (e muito gato) chamado Lucius Vladescu aparece do nada, dizendo que Jessica pertence à realeza vampírica e lhe foi prometida em casamento para selar a união entre os clãs mais poderosos dos vampiros. E de repente Jessica percebe que sua vida está prestes a virar de pernas para o ar.



Antes de qualquer coisa: não julgue esse livro pelo título. Como se livrar de um vampiro apaixonado = Jessica’s guide to dating on the dark side? Como assim? O título pode nos levar a crer que o livro é desses que a gente lê pra rir, passar o tempo etc. Não caiam nessa... não é um besteirol, é uma narrativa muito bem construída a qual o título traduzido não faz jus.
Mas, então... Jessica foi adotada ainda criança por um casal de pesquisadores, que estavam na Romênia. Os pais de Antanasia (verdadeiro nome de Jessica) a entregaram aos pesquisadores americanos por que corriam risco de vida, mas queriam salvar a da menina. Criada na Pensilvânia desde então, Jessica nada sabe sobre suas origens, cultura, linhagem... Até que um romeno “aluno de intercâmbio” que a conhece pelo nome de batismo (algo que ninguém de onde ela mora sabe) é alojado em sua casa. Se dizendo príncipe de um clã de vampiros de grande influência na Romênia, Lucius Vladescu vem para buscar sua noiva, Antanasia, como prevê o pacto de sua linhagem Vladescu com a de Jessica, os Dragomir, a fim de apaziguar uma guerra vampiresca.
Jessica, matematleta (uma espécie de atleta da matemática :B) que é, super racional, é claro, não acredita, não quer compreender, não aceita, é cabeça dura, enfim... E a partir dessa rejeição ao pacto, Lucius tem que se empenhar bastante para conquistar o coração da poderosa quase vampira.
O livro é narrado em primeira pessoa por Jessica, o que faz a gente perceber o quão insegura, por tentar achar razões quase científicas pra explicar tudo, ela é. Não se sente poderosa como devia, de jeito nenhum e isso é como a visualizamos, em grande parte da história. Também há capítulos em que podemos ler cartas de Lucius para seu tio, Vasile, que tem grandes planos para a união entre os dois poderosos clãs...
O personagem de Lucius não tem nada a ver com Antanasia, entretanto. Muito seguro de si, arrogante, prepotente, sarcástico e... lindo, educado, sedutor, inteligente... mal tratado quando criança, não consegue entender de primeira alguns sentimentos tão comumente humanos, como o amor entre a família. Depois de algum tempo já conseguimos perceber seu apego pelos pais de Jessica e a personalidade de Lucius foi a mais bem trabalhada no livro inteiro, com certeza.
A reviravolta do fim – com o encaixe das peças que sempre estiveram lá, mas que Lucius foi muito cego, ou talvez muito condescendente pra ver – é muito interessante. Gostei da maneira como o livro acabou: apesar de ser uma série, teve um desfecho legal. Não é como as séries em que um detalhe total-extrema-grandiosa-mente importante é deixado pra receber explicações só no próximo volume. Enquanto isso, você morre e tal. Não. Gostei bastante também de a editora ter disponibilizado o extra “O casamento” no site. Enquanto o próximo livro, Jessica Rules the Dark Side, não é lançado, a gente fica babando no vampiro romeno se casando com ela :D
Beth Fantaskey conseguiu misturar humor, romance, terror e fantasia, criando esse livro incrível que acho que vocês deveriam arranjar um tempinho pra ler!
Se vocês ajudarem comentando aqui... Com 20 comments, sai sorteio :D

Beth Fantaskey morou a vida toda no interior da Pensilvânia, um lugar sempre importante em seus livros. Ela adora viajar pelo mundo, mas tem medo de avião. É jornalista e leciona na Universidade Susquehanna. O que mais gosta de fazer é escrever para os jovens e acha o máximo interagir com eles. Como se livrar de um vampiro apaixonado é seu primeiro livro.

22 de dez de 2011
Título Original: O Xamado, teclando com o além
Editora: Vida & Consciência
Páginas: 
128
ISBN: 9788577221172
Ano: 2011
Gênero Literário:
 InfantoJuvenil 
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Leonardo e seus amigos estão teclando, quando um quinto elemento aparece de forma inesperada e começa a participar do assunto. Seu nome é José Eleutério, um rapaz que precisa de auxílio para desvendar a verdadeira causa de sua morte. A princípio, a certeza do garoto é de que esse misterioso personagem se trata de um hacker. Mesmo percebendo que o “fantasma” tinha muito conhecimento sobre assuntos que Leo não poderia imaginar, ele continua descrente da história. Irritado com essa “assombração do MSN”, ele e seus amigos começam a investigar e, arriscando-se atrás de pistas, vivem uma emocionante aventura.


Leonardo é um adolescente típico, bem estilo ‘só acredito vendo’. Ele é o narrador desta história pra lá de inacreditável, que vai acabar se mostrando bem sinistra. Num chat normal pelo MSN com os amigos, no linguajar característico da internet (agora o título faz sentido, né?), os colegas se surpreendem com um tal José Eleutério pedindo ajuda para desvendar seu assassinato. Leo logo pensa que Zé Eleutério é um hacker bastante habilidoso e quer ir até o fim para descobrir quem é esse cara que está fazendo ele de besta.
O “espírito”, como ele se auto denominava, queria que os garotos provassem que ele não se suicidou, mas foi assassinado. E procurando um pouco mais, as crianças acabaram por descobrir que todos os suspeitos tinham motivos e indícios para terem cometido aquele ato.
A aventura em todo o livro é o ponto mais legal da narrativa. A autora soube dividir as horas do foco na linguagem coloquial das horas com a linguagem fluida e bem escrita da narrativa. É claro que tinha horas que eu achava as gírias exageradas nos diálogos, mas não atrapalhou em nada.
Quase nunca espero muita coisa do gênero infanto-juvenil, mas esse livro surpreendeu. Adorei as ilustrações a cada capítulo, realmente muito bem feitas. O enredo é bastante criativo e não deixa a desejar quanto à aventura que o livro mostra o tempo inteiro.
É o tipo de livro que eu gostaria muito de poder ter lido quando mais jovem, lá pro Ensino Fundamental. É um edificador do prazer pela leitura e uma ótima pedida pra quem está iniciando esse processo. Mas claro que você, que como eu, é viciado em leitura também pode ler sem restrições. É uma leitura leve e agradável, nada do que se arrepender.

Laura Bergallo é uma escritora para jovens, com treze livros publicados (inclusive na França e nos EUA), é também jornalista, publicitária e editora de publicações científicas. Laura é vencedora de prêmios como Adolfo Aizen 2006, Jabuti 2007 e PNBE 2011, e foi convidada para participar do catálogo FNLIJ da 44th e da 48th Bologna Children’s Book Fair. Seu livro Operação Buraco de Minha, foi selecionado pelo Programa Mais Cultura do Governo Federal e pelo Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE 2011). Laura mora com sua família no Rio de janeiro.

18 de dez de 2011
Autores: Nicholas Sparks
Titulo: Um homem de sorte
ISBN: 9788563219138
Editora: NOVO CONCEITO
Ano: 2011
Número de páginas: 349
Ficção/Romance
Compare e compre: BUSCAPÉ


"Mas não estava em outra época e lugar, e nada daquilo era normal. Trazia a fotografia dela consigo há mais de cinco anos. Atravessou o país por ela."
"Era estranho pensar nas reviravoltas que a vida de um homem pode dar. Até um ano atrás, Thibault teria pulado de alegria diante da oportunidade de passar um fim de semana ao lado de Amy e suas amigas. Provavelmente, era exatamente isso de que precisava, mas quando elas o deixaram na entrada da cidade de Hampton, com o calor da tarde de agosto em seu ápice, ele acenou para elas, sentindo-se estranhamente aliviado.
Imaginava ter caminhado mais de 30 quilômetros por dia, embora não tivesse feito um registro formal do tempo e das distâncias percorridas. Imaginava que algumas pessoas acreditavam que ele viajava para esquecer as lembranças do mundo que havia deixado para trás, o que dava à viagem uma conotação poética. Estavam todos errados. Ele gostava de caminhar e tinha um destino para chegar.



Sabe aquele tipo de sinopse que não te agrada de cara e que dá a entender que o livro vai ser clichê à beça? Foi o que aconteceu quando li a desse livro. Eu nunca tinha lido nada do Sparks. Pois é, eu sei, quase um crime, né? Mas posso dizer que não me arrependi de ter sido apresentada a esse autor com ‘Um homem de sorte’.
Logan Thibault é um ex-fuzileiro naval que encontra uma fotografia no Kuwait (após, sem sucesso, tentar achar seu dono) que seu companheiro de guerra, Victor, acredita ser um amuleto de sorte. Desde que achou a foto, Logan passa a ganhar partidas de pôker e escapar da morte repetidas vezes. É claro que ele não se convence do que Victor disse: que a foto com a moça bonita vestindo uma camiseta com os dizeres “Garota de sorte” foi quem protegeu Logan através dos anos. Até que um incidente acontece e faz com que Logan seja atormentado pela possibilidade de agradecer à mulher da foto por tudo. Então ele atravessa os EUA à pé, junto com seu pastor alemão (semelhante ao que aparece na foto com a jovem), à procura da moça.
Ele pesquisou muito o contexto da foto, então foi até Hampton, cidade em que acha estar o seu DESTINO. É aí que conhece Elizabeth, seu filho Ben, e sua vó Nana. Nana tem um centro de treinamento para cachorros e precisa de um ajudante. Adivinhem o que acontece, então...
A narrativa de Um homem de sorte é muito leve e gostosa. Temos a perspectiva de três personagens: Logan, Beth e Keith (ex-marido de Beth, machista, inseguro, possessivo, pervertido, corrupto, manipulador... ufa!). As personalidades deles são um ponto alto da obra. Keith é muito bem desenvolvido por Sparks; além das não muito legais qualidades que eu já citei acima, o cara tem alguns motivos pra odiar Logan, ou seja, dor de cabeça certa. Nana também é ótima! Apesar do Acidente Vascular Cerebral, é de uma animação e inteligência só! Outro personagem que gostei muito foi Zeus, o cachorro. Muito leal, esperto e amoroso.
A história se desenrola muito bem, até que quando você pensa que tem mais... PUF, acaba. A tragédia (que pelo que vi é comum do autor) demorou demais pra chegar e quando chegou foi muito rápida. O epílogo deixa a gente com aquele aperto no peito pra descobrir quem morreu, enfim, um suspense imenso! Eu achei o final fantástico apesar de tão acelerado.
A história é boa, no fim, nem foi cheia de clichê como eu pensei que seria. Não chorei nem nada como todo mundo diz que os livros de Sparks fazem a gente se desmanchar... apenas fiquei na expectativa, querendo saber se as coisas iam dar certo. Você não se arrependerá de ler, tenho certeza.
Aliás, tenho sorte de ter lido, não? Hahaha.
Vocês viram que quem vai fazer Logan no filme vai ser Zac Efron? :S Como assim? E essa cara de 17 anos dele que não muda? Mas o corpinho... hummmm!

Vou fazer sorteio desse livro ENTRE OS COMENTARISTAS DESTA RESENHA. Sigam as regras:
ü  Seguir o Blog publicamente bem aqui do lado, onde tem “Junte-se ao Ninho, Participar deste Site”, você só precisa ter twitter, um email, Yahoo, qualquer um vale;
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Se quiserem chances extras, divulguem a frase e coloquem o link aqui como comentário novamente:
Concorra a um exemplar de Um homem de sorte no @blackbirdlonely apenas seguindo o blog COMENTANDO NA RESENHA! http://bit.ly/tZIm8p

O sorteio será realizado dia 18 de janeiro de 2012.
Importante
- Não se esqueça de comentar aqui para validar a participação! 
- É proibida a participação com mais de um perfil ou com perfil apenas de promoção.
- O sorteio será feito pelo Random.org;
As inscrições começam hoje, dia 18/12/2011 e terminam às 23h59 do dia 18/01/2012 Até 5 dias após o sorteio, divulgo o nome do ganhador.
Enviarei um email ao ganhador e ele terá que responder em 2 dias ou então farei outro sorteio. O envio do livro é de minha responsabilidade, com até 30 dias após o envio do endereço.

E a ganhadora foi:
Parabéns =]


15 de dez de 2011

Titulo: Para Sempre Ana
Autor: Sérgio Carmach
ISBN: 978-85-89862-51-6
Editora Caravansarai
Mini Livro cedido para resenha pelo autor



Sinopse: A forasteira Ana chega a Três Luzes - uma rica e pacata cidade serrana, palco de muitos mistérios - e tumultua a vida de todos. Mesmo sem saber, seu passado é a chave para desvendar os segredos desse lugar e de cada um dos seus moradores. Com um enredo rico e bem montado, o livro é um romance diferente, carregado de mistérios, suspense, espiritualidade, histórias de vida e... reviravoltas. Sempre que tudo parece esclarecido, detalhes antes considerados sem importância provocam uma mudança geral na história, instigando a curiosidade do leitor até o último capítulo.




Para Sempre Ana é um suspense/drama/romance muito intrigante. Na pequena Três Luzes, a família Rigotti reside bastante preocupada com a imagem e reputação.
Carlos Rigotti, jovem e imaturo, está namorando Cris, filha de uma respeitada ex-professora da cidade. Mas antes de iniciar o namoro, teve uma ‘noite’ com Ana, que diz morar em uma cidade perto de Três Luzes quando chega no tradicional almoço de Natal que a família Rigotti dá todos os anos, com um bebê no braço, dizendo ser filho de Carlos.
A partir daí a narrativa é toda mistérios e revelações. As intrigas e conspirações para mudar destinos são as variáveis que inspiram a história.
A princípio Carlos se vê muito atormentado por Ana ter estragado seu relacionamento com Cris, mas nada é o que parece. Ele pede a prova de que é pai mesmo de Caio (o filho de Ana) e esse pedido de DNA acaba por trazer várias outras mudanças na vida dele, também.
Sergio utiliza uma maneira de conduzir o livro que às vezes fiquei duvidando se era boa mesmo, que é saltar de uma época a outra a cada capítulo. Algumas vezes você está em 1993, outras em 2010, esse tipo de coisa.
Quando terminei o livro, vi que foi essencial ele fazer a narrativa nessa forma de ‘quebra-cabeças’, dando as peças apenas quando elas eram necessárias para se encaixar em uma hora que ele vai citar lá na frente.
Foi incrivelmente inteligente da parte dele o modo de escrita e a criatividade do drama inteiro. Dava um roteiro de novela MUITO BOM, sem dúvidas. Por que são tantas reviravoltas e o livro é tão cheio de informações que às vezes você queria que determinada parte da história se prolongasse mais e explicasse tudo de uma vez, coisa que ele não faz. Assim, se fosse escrito em estilo folhetim, como antigamente, Para Sempre Ana com certeza seria sucesso!
Gostei demais da história! Nunca imaginava tantas ligações na trama e, como já disse, achei de uma inteligência impecável a narrativa. Espero reler esse livro um dia, pois a mensagem de força espiritual que ele contém é bastante forte.
Não me canso de dizer que os autores nacionais estão cada vez mais me surpreendendo. Essa é mais uma obra que pode ser subestimada por ser de um autor brasileiro, mas que não deveria absolutamente.
Não carece de nada para competir com tramas internacionais do mesmo estilo e, ouso dizer, nenhum outro autor teria sucesso nas mesmas coisas que Sergio, pois ele fez questão de escrever o livro com base na realidade de brasileiros.
Apesar de eu ter lido um mini livro, que não ajuda muito a leitura devido ao tamanho das letras, depois que peguei ritmo na leitura, estava cada vez mais envolvida por saber o fim de tudo. Os diálogos de Sérgio são muito bem construídos e sua linguagem é riquíssima. Foi um privilégio ter lido sua obra.
Super recomendado. Obrigada, Sérgio e Luiza pela oportunidade e solicitude. 



Sérgio Carmach: Carioca, nascido em 1968, casado pela segunda vez e pai de três filhos, Sergio Carmach escreve histórias desde a infância. Aos dez anos, embalado por um concurso literário, elaborou sua primeira narrativa longa, um conto de ficção científica chamado A Guerra Interplanetária. Aos dezesseis, começou a criar o primeiro romance, Judith e Joseph, o qual abandonou ao ingressar na Faculdade de Artes da PUC e, posteriormente, no CPOR (Centro de Preparação de Oficiais da Reserva). No Exército, promovido a tenente temporário, participou da criação de softwares educacionais e iniciou seu trabalho como videomaker. Após elaborar as primeiras versões de Para Sempre Ana e de mais dois outros romances (A Pintora e Os Demônios de Amostheus), teve um texto sobre a obra de José Saramago publicado por duas universidades: UFSC e UNESA. Nesta última, fez o curso de Direito.

12 de dez de 2011
O que chegou ultimamente pra mim, foi...

Das gêmeas do The Bookaholic Girls, O céu está em todo lugar
Comprei no Submarino
Aura Negra
Tocada pelas sombras
De Mikaeli, no amigo secreto do ballet *-*, Cidade de Vidro
Do Paulo, do amigo secreto do blog Lembra daquela história?, Um dia *-*

Eu tinha esquecido de colocar Cidade de Vidro junto com as lombadas do que chegou, por que estava na cabeceira da minha cama #correprapegaretirarfoto. Então ficou faltando a lombada de Cidade de Vidro aí.
Bom início de semana pra todos!
xoxo


11 de dez de 2011
Autor: Stacey Jay
ISBN: 9788563219572
Selo: Novo Conceito
Ano: 2011
Edição: 1
Número de páginas: 240
Formato/Acabamento: 16x23x16
Peso: 0.35 kl
Ficção/Romance



Julieta Capuleto não tirou a própria vida. Ela foi assassinada pela pessoa em quem mais confiava, seu marido, Romeu Montecchio, que fez o sacrifício para assegurar sua imortalidade. Mas Romeu não imaginou que Julieta também teria vida eterna e se tornaria uma agente dos Embaixadores da Luz.
Por setecentos anos, Julieta lutou para preservar o amor e as vidas de inocentes, enquanto Romeu tinha por fim destruir o coração humano.
Mas agora que Julieta encontrou seu amor proibido, Romeu fará tudo que estiver ao seu alcance para destruir a felicidade dela.
Segredos, mistérios e surpresas envolvem este poderoso romance em que o casal mais famoso da literatura mundial tem a chance de contar sua verdadeira história.



Vou começar essa resenha como eu comecei a anterior:
Todo mundo um dia já ouviu falar em Romeu & Julieta. Em todos os lugares há citações, canções, filmes, versões, inspirações e seja-lá-mais-o-que-for da história de amor mais conhecida e aclamada do mundo.
Acredito que pelo menos uma dessas facetas da história do casal de Verona você já conheceu... Mas já teve curiosidade de ler a peça original? Mas você nunca viu Romeu e Julieta como na obra de Stacey Jay.

A versão da tragédia-comédia de Shakespeare traz elementos contemporâneos mas intimamente relacionados à questão da dualidade levantada pelos críticos de Romeu e Julieta ao longo do tempo. Os estudiosos trazem análises sobre o amplo uso da “luz” e da “escuridão” que Shakespeare usa na peça; esse contraste entre claro e escuro presente no diálogo de ambos pode ser uma clara metáfora para amor e ódio, juventude e maturidade.
Mas diferentemente da peça real, Julieta não se suicidou por amor a Romeu: foi assassinada por ele. O propósito de Romeu seria conseguir a imortalidade tornando-se um Mercenário. Julieta, por sua vez, torna-se uma Embaixadora da Luz, também imortal. E desde então, as duas ‘almas gêmeas’ se encontram em várias encarnações: ela lutando pela luz, ele pela escuridão. Julieta tenta proteger as almas gêmeas para que sua ligação torne-se forte o bastante para que nem os Mercenários consigam carregar suas almas. E Romeu quer destruir essa ligação, levando um dos lados a se rebelar contra o outro e, assim como ele fez, causar dor (pra não falar matar, mesmo) a seu amor.

Há 700 anos os dois vem se encontrando a cada reencarnação. Mas essa, eles sentem algo diferente. As entidades maiores às quais respondem (A Enfermeira, no caso de Julieta) não estão lá para ajudá-los.
Julieta está na pele de Ariel, uma menina insegura que só tem Gema por amiga. E logo na primeira noite (em que ela geralmente fica muito fraca), Ariel/Julieta encontra Romeu. Nunca é tão rápido assim, ela foi pega desprevenida e acaba pegando carona com o primeiro carro que para. O motorista: Ben. Ah... Ben. *-* Eu quase nunca faço essas demonstrações sentimentais por personagens nas resenhas, mas sabe o que é? Ben é o tipo de mocinho mais lindo de todos *-*
Não vou contar sobre isso em detalhes, mas posso dizer que o livro é beeem confuso no início, só depois de umas 70 páginas as coisas vão se encaixando e fazendo ALGUM sentido.
A construção dos personagens é bastante boa, e mesmo assim fiquei com um pé atrás com Julieta. Tá ok, ela morreu com 14 anos (pelo menos na peça, né), isso justifica algumas atitudes dela e tal, mas de vez em quando ela tem uns surtos de cegueira impressionantes.
Romeu é um enigma, você não consegue saber até que ponto o que ele diz é psicótico, é arrependimento ou sinceridade. Acho que vou gostar de ler o próximo volume ser narrado por ele, apesar de tudo.

A história poderia ser bem legal se não fosse especificamente de Romeu e Julieta, aliás, acho que teria um quê de espiritualismo que faria o diferencial. Mas ficou legal assim também. Gostei de ter lido a obra original de Shakespeare antes, por que pude perceber o pouco foco em algumas coisas importantes da narrativa, mas, principalmente, o cuidado em manter o essencial dela lá, apesar da mudança brusca na história.

A forma como Stacey deixou o gancho para o próximo livro não ma agradou de todo; mas consegui entender que nem tudo é Romeu na vida dela, after all. Pretendo continuar essa aventura para descobrir como a trama vai se (des)enrolar e se explicar, enfim.

É um livro bom... depois que pega o ritmo (apesar de ter somente 240 páginas, não, o livro não te prende desde o começo) fica bem razoável. Gostei.

P.S.: se esta resenha chegar a 20 comentários, tem sorteio do livro! :)


8 de dez de 2011

Título original: Romeo and Juliet
Autor: William Shakespeare
Páginas: 151
Edição:
ISBN: 978-85-7232-527-1
Categoria: Teatro



Sinopse: Em Verona, na Itália, por volta de 1600, a rivalidade entre os Montecchios e os Capuletos acentua-se e os conflitos estendem-se a parentes e criados, apesar do apelo do príncipe pela paz.Num baile de máscaras na casa dos Capuletos, Romeu Montecchio conhece Julieta Capuleto.A paixão é mútua e instantânea.Ao descobrir que pertencem a familias inimigas, os dois se desesperam.Resolvem casar-se secretamente, com a cumplicidade de frei Lourenço.No entanto, o destino desse amor seria trágico.


Todo mundo um dia já ouviu falar em Romeu & Julieta. Em todos os lugares há citações, canções, filmes, versões, inspirações e seja-lá-mais-o-que-for da história de amor mais conhecida e aclamada do mundo.
Acredito que pelo menos uma dessas facetas da história do casal de Verona você já conheceu... Mas já teve curiosidade de ler a peça original?
Romeu e Julieta é uma tragédia (com traços de comédia, também) escrita entre 1591 e 1595 por William Shakespeare, no começo de sua carreira literária.
Uma trégua é imposta pelo príncipe de Verona sobre duas famílias inimigas que vivem em pé de guerra há várias gerações. Apesar de conflitos entre os Montecchio e os Capuleto ainda persitirem, grandes acontecimentos farão o destino desta rixa mudar...

Romeu, filho de Montecchio, é um jovem extremamente atormentado pelo amor que sente por Rosalina. Não vendo outra solução para sua vida, já que a jovem não corresponde aos seus sentimentos, Romeu vive amargurado. O primo Benvólio e o amigo Mercúcio aconselham Romeu a espairecer a cabeça indo a um baile que a família Capuleto daria.

Escondido por máscaras, Romeu e seus amigos entram no baile dos inimigos da família.
Assim que o faz, Romeu sente-se inexplicavelmente atraído por uma jovem, de beleza inigualável, a qual fica conhecendo por Julieta, filha de Capuleto, e sentindo-se incapaz e desapontado, por tão bela moça ser filha da família inimiga mortal dos Montecchio.

Julieta, não alheia ao belo jovem que adentra o baile, também se sente atraída e procura saber seu nome. Convencida de que seu pai nunca aprovaria a união de seu já amado Romeu e ela, também se sente desapontada.
O primo de Julieta, Teobaldo, reconhece um dos Montecchio no baile mas é terminantemente impedido de fazer qualquer mal a ele, ainda que tivesse bastante vontade para isso, obedeceu por acreditar que oportunidades não lhe faltariam.

Romeu e Julieta, no entanto, já se mostravam irremediavelmente apaixonados. Já na sacada de seu quarto, confessa às estrelas e à lua o amor que sentia por aquele Montecchio. Romeu, tendo penetrado o jardim dos Capuleto, ouve toda a declaração e revela sua presença. Os dois filhos dos patriarcas de famílias inimigas resolvem casar-se. Procuram Frei Lourenço, que faz a união em segredo, pensando que trará paz às duas famílias inimigas.
O pai de Julieta, entretanto, queria a filha casada com Páris, um jovem parente do Príncipe, muito bem quisto e incrível bom partido para a moça.

Teobaldo procura por Romeu na intenção de feri-lo. No entanto, acaba matando Mercúcio e Romeu, por vingança, mata o primo de Julieta, sendo depois ‘exilado’.
Após a morte de Teobaldo, Capuleto obriga Julieta a casar-se com Páris, então a jovem corre em busca de socorro para Frei Lourenço.
Romeu e Julieta estão impedidos de ficara juntos, tanto pelo casamento quanto pelo exílio, então Frei Lourenço tem uma ideia: Julieta toma um remédio que a fará parecer morta no dia de seu casamento; o Frei envia uma carta à Romeu explicando que ele deverá esperá-la no túmulo dos Capuleto e que tudo é um plano.

A carta não chega ao seu destino e Romeu, exilado, acaba sabendo apenas que a jovem Julieta morreu.
Corre ao túmulo da jovem e encontra Páris lá... os dois tem uma briga e Páris morre. Depois, Romeu toma um veneno e morre. Julieta, que acorda na esperança de ver seu amor esperando por ela, vê a cena trágica, pega um punhal e se mata.

E a trágica história de Romeu e Julieta é assim.

Por ser uma peça, nada vai sendo construído gradualmente, a exemplo do amor arrebatador dos jovens e à efemeridade da vida de vários personagens. Muito derramamento de sangue para o meu gosto e sentimentos incompreensíveis e meio surrealistas quanto à velocidade com que ocorrem (mas digo mais uma vez, é uma peça, dividida em atos e cenas, as coisas acontecem rapidamente mesmo).

No geral, é uma história cheia de tragédia, um pouco de comédia (acho a Ama e Mercúcio personagens bem fortes e venenosos) e, por que não dizer, amor, apesar de eu achar que não se torna o foco da peça, no fim.

Eu, medindo seus sentimentos pelos meus que nunca são mais ativos do que no meio da maior solidão, segui minha fantasia sem perseguir a dele e contente evitei a quem contente fugia de mim. Benvólio, ato primeiro, cena I.


Esses transportes violentos têm um fim igualmente violento e morrem em pleno triunfo, como o fogo e a pólvora que se consomem ao se beijarem. Frei Lourenço, ato segundo, cena VI.


A morte que sugou o mel de teu hálito, nenhum poder ainda teve sobre tua beleza. Romeu, ato quinto, cena III.

O legal é que a morte do casal trouxe, enfim, a paz às famílias. É isso J
Em breve, resenha de Julieta Imortal, nesse clima de R&J J


3 de dez de 2011

Título: O príncipe Gato
Autor: Bento de Luca
Páginas: 304
Edição:
Formato: 14 X 21
Acabamento: brochura
ISBN: 978-85-7679-601-5
Categoria: Ficção; Literatura brasileira
http://www.oprincipegato.com.br/



Sinopse: Através de um Buraco de Minhoca — túnel dimensional que interliga dois mundos — localizado no Parque do Trianon, São Paulo, surge um viajante felino movido por uma única e importantíssima missão: a busca por uma lendária ampulheta. Escondida em algum local inóspito da cidade, a relíquia é a única capaz de salvar Marshmallow, terra do Príncipe Gato, que está à beira da destruição. No entanto, parece que ele não foi o único a atravessar o portal. Seres malignos irromperam das barreiras e logo declararam uma caçada voraz, com objetivos mais sombrios… Além de seus perseguidores, o Gato luta contra seu maior inimigo: o Tempo. É preciso encontrar este objeto antes que seja tarde e seu mundo esteja para sempre perdido. Contudo, ele não estará sozinho nesta empreitada e poderá contar com a ajuda de seus fiéis companheiros.


Mais um livro nacional que surpreende no quesito criatividade! O Príncipe Gato é pedida certeira pra quem gosta de aventura e fantasia, um livro que vai conquistar várias faixas de idade.


Conhecendo os personagens:
Príncipe Gato: O viajante felino, príncipe de Marshmallow, não é do tipo que faz amigos à primeira vista. Possui personalidade forte. Com seu cinto de utilidades e sua pistola de ácido, sempre procura bancar o valentão. Para ele, sarcasmo e uma boa lábia são suas grandes virtudes.



Hugo: O jovem humano de 17 anos, introspectivo e solitário, enfrenta grandes obstáculos emocionais. Sofre por um relacionamento passado e também por um segredo que guarda a sete chaves. Ele é o único capaz de segurar a adaga de Adir Wosky, mas ninguém sabe o motivo.


Eleanor: Ele está longe de ser um roedor qualquer. Morou durante anos no Cemitério do Araçá, São Paulo, protegendo o mausoléu do fauno Fiurin Sianor. Extremamente estudioso. Eleanor é o grande mestre, possui um vasto arsenal de qualidades. Sua inteligência é o seu maior trunfo.

Feiticeiro: Os 14 Feiticeiros do reino de Marshmallow são poderosos e astutos. São os "senhores da morte", mediadores da transitoriedade da vida. O que melhor dominam é a manipulação de almas. Quando eles aparecem pelas sombras, são poucos os que conseguem sair com vida!


Através do Buraco de Minhoca, uma passagem interdimensional, o Gato está na Terra à procura da Ampulheta do Tempo para salvar Marshmallow da destruição, uma vez que o tempo do lugar está acabando.
Hugo, um humano que aparentemente não tem nada a ver com a história (a não ser pelo fato de ter os mesmos olhos de cores diferentes que o Gato), topa totalmente por ‘acaso’ com o Príncipe fazendo pesquisa na seção de livros raros numa biblioteca de São Paulo. Que estranho. Um gato lendo.
Hugo pensava estar ficando louco até que o Gato aparecendo em seu apartamento. Falando. E apontando uma arminha de plástico que ele realmente não queria saber pra que servia.
O Príncipe quer a ajuda de Hugo para achar a Ampulheta e a partir daí a estória é só aventura!
É incrível ver o amadurecimento dos personagens, como o Gato abandona um pouco da postura arrogante e mandona que tem no início e demonstra sentimentos muito profundos ao fim. E que fim! O Príncipe Gato será uma trilogia, o que é bom, pois muita coisa ficou sem explicação neste primeiro volume. Com a ajuda de Hugo e Eleanor, o Gato descobre o poder da amizade e enfrenta grandes perigos.

O livro é em primeira pessoa, mas tem capítulos com narradores diferentes. Ora Hugo, ora o Gato. Gostei da narrativa dos autores, escrevem de forma fluida e não deixam a história pesar, cansando.
Adorei a parte dos “Extras – Relatos Removidos” ao fim do livro! Aguardo ansiosa a continuação, pois quero descobrir o que ficou obscuro por enquanto!
Recomendo a leitura e a valorização de mais esta obra nacional!
O nome do próximo volume será: "O Príncipe Gato e a Flor-Cadáver"

Marcelo Siqueira Silva nasceu em 1987 em São Paulo, onde se formou em Naturopatia. Na mesma cidade, seu primo, Gustavo Costa de Almeida Siqueira, nascido no ano de 1986, formou-se em Gestão Ambiental. O interesse por escrever surgiu logo cedo, e não tardou para que definissem similar estilo dentro do gênero Fantasia. Criaram diversos contos e estórias durante nove anos e, no ano de 2009, resolveram iniciar um novo projeto, a trilogia “O Príncipe Gato”, através do pseudônimo Bento de Luca.  Possuem a forte crença de que existem histórias com o potencial de criar conceitos e despertar nossas emoções; histórias estas a serem contadas, celebradas e recordadas.

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