27 de dez de 2010

O livro que comecei a ler depois de A Menina que Roubava Livros carregava nas páginas a grande responsabilidade de não me decepcionar… Isso por que o romance de Markus Zusak foi 4 “estrelinhas” na minha escala de 5 entre o ruim e o ótimo; isso quer dizer: muito bom.
O negócio é que eu já comecei a ler pensando que ia me arrepender por que eu simplesmente ODEIO livros de autoajuda. E, vamos encarar os fatos, todo mundo encaixa essa crônica de Liz Gilbert naquele gênero. E não é nem isso… geralmente os “best-sellers” são kindda um rótulo que diz: não. me. leia.
Mas não deixei de ler esse livro só por que ele tem “seja você também a heroína de sua própria jornada” na capa. Foi difícil, mas eu dei o benefício da dúvida!
Aclamado pelo The New York Times como um dos 100 livros notáveis de 2006, com mais de 40 milhões de exemplares vendidos e escolhido pela Entertainment Weekly uma das melhores obras de não-ficção do ano, Comer, Rezar, Amar é a história de Elizabeth Gilbert, mulher de meia idade que tinha tudo o que qualquer mulher de meia idade poderia querer: um marido que a amava, uma casa grande recém comprada, a iminência do projeto de ter filhos e uma carreira de sucesso. Uma vida que podia se solidificar ali. Como acontece na maioria das famílias normais, e, principalmente, norte americanas. Mas ela sentia que não tinha nascido para aquilo. Estava infeliz e não realizada… o maior sonho de qualquer americana na casa dos 30 era ter a visão de futuro que ela possuía, e ainda assim, não era o SEU sonho.

Foi então que ela decidiu se divorciar (e nunca pensou que fosse ser tão difícil); passando desde uma depressão debilitante a um desmedido amor por David, que ela acreditava ser sua alma gêmea*(we'll talk about this later!). Para encontrar seu ‘eu’, a paz e o amor de Deus, Liz resolve passar um ano viajando para explorar o PRAZER (Itália), a arte da DEVOÇÃO (Índia) e a arte de EQUILIBRAR as duas coisas (Indonésia).
Em Roma, aprendeu a falar italiano e engordou os onze quilos mais felizes de sua vida. Na Índia dedicou-se à exploração espiritual e, com a ajuda de uma guru indiana e de um caubói texano surpreendentemente sábio (que a chamava de ‘Sacolão’ haha) ‘sentou na palma da mão de Deus’. Já em Bali, exercitou o equilíbrio entre o prazer mundano e a transcendência divina. “Tornou-se discípula de um velho xamã, e também se apaixonou da melhor maneira possível: inesperadamente.” não, essa frase não é minha! kkkkkkkkkkk
E é isso… pra o que eu achava ser um autoajuda sem graça o livro foi BOM! Smiley de boca aberta Quero ver o filme com Julia Robert depois. (dar a velha comparada!)

3 revelations:

Mikaelle disse...

o livro é muito bom sim e diferente do q pareci ele nao é so mais um livro chato de autoajuda ele é divertido e aventureiro

DiegoE. disse...

confesso q tenho um preconceitozinho com esse livro...num vo menti ^^
Ô! percebi agora q tenho 1 pagina e meia atrasada de BBL! xocado...
comentarei todos!
xerus

DiegoE. disse...

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
BlackBird, Fenix, tudo passarinho, tudo relacionado
kkkkkkkkkkk

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